quarta-feira, 23 de maio de 2012

Louças Guardadas

Estas peças de louças que guardo com muito carinho, cada uma tem uma história e veio de alguém muito especial. Ainda não encontrei o lugar certo para elas. São meus tesouros.


  Dentro desse galo de porcelana, há uma cavidade. Era ali que meu pai costumava guardar seus pequenos trocados.  Na meleira verde ficou a recordação de uma grande amiga e belo ser humano. Quando ela faleceu, ganei do filho dela e esta na minha coleção. Não a uso com medo de quebrar.

  Aqui ao fundo aparece uma vela vermelha, e nela pendurado um rosário muito antigo que minha avó usava sempre para suas orações. O valor é inestimáve. Ela nos deixou com 92 anos. É minha relíquia. Já a louça azul e branca é do meu uso .
   Aqui uma pequena mostra de tudo que tem uma ligação com fatos e pessoas, nunca esquecendo a beleza das louças pintadas a mão há muitos anos atrás. Quero que fiquem aqui, onde ninguém pode quebra-las.


terça-feira, 1 de maio de 2012

Beleza e Quartos Lindos

  Quartos geralmente traduz a alma da dona. Lugar onde ficamos para refletir, para chorar, ou simplesmente para ficar a sós com nossos pensamentos.







quarta-feira, 18 de abril de 2012

Paisagem de Sonhos







 Olhando tanta beleza, é difícil acreditar que a maldade ronda nossas vidas. Desafetos, desarmonia, traições não caberiam no meio de tanta beleza. 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Maria Fumaça

Quero aqui fazer uma pequena homenagem ao meu pai, que trabalhou durante anos em um trem como esse. Muitos passeios fazíamos em época de férias escolares. Ficaram para sempre as doces lembranças das viagens da minha infância.
Aqui no RS Brasil, ainda existem esses mesmos trens que fazem passeios turísticos, nos vales das serras percorrendo trechos de beleza natural e lindos vinhedos e cachoeiras.
 Lá vai o trem, carregado de muitas saudades
Trem que corre pelos trilhos, cortando tantas cidades
Vai conduzindo muitos sonhos sem maldade
Tanta fé, tanta esperança, tanta busca a felicidade.


Em cada estação uma alegria, gente feliz de verdade
Cada parada descarrega, gente tão cheia de bondade
Gente simples, gente humilde, mais algumas cheia de vaidade
Que no trem não se mistura,  não se sente a vontade.


Lá vai o trem, conduzindo centenas de passageiros
Carrega gente pobre, e gente com muito dinheiro
Cortando rios, túneis, e locais com árvores e pinheiros
Seu apito corta os ares, com um grito altaneiro


E eu aqui, olho os trilhos por onde foi minha felicidade
Saudade que não embarca que não me deixa não
Esqueci de despacha-la para uma outra estação !